Qua 30 Jan 08
.Folia
Depois de passar o Carnaval dois anos seguidos aqui no Rio de Janeiro (o Carnaval carioca só é BOM mesmo pra turista, eu acho.) e com um namorado chato a tiracolo, estou indo para Ouro Preto – MG curtir uma semaninha de folia, livre, leve e solta. Pra quem viaja e pra quem fica, bom Carnaval procês!
Perceberam que já to treinando o meu sotaque?
Falando em namorado chato, posso dar uma de consultora de relacionamentos?
Esse assunto me rendeu até sair no “Leia Mais” do Tudo de Blog, quando este existia.
Na boa, terminar o meu namoro-bomba foi a melhor coisa do ano passado. Então, fica a dica de quem já tem experiência. Se você namora alguém e não tá feliz com o seu relacionamento, pensa duas vezes e vê se não é melhor ficar sozinha. Afinal, namoro não deve ser sinônimo de stress. E nunca deixe a pergunta “Ai, será que vou encontrar alguém que me ame desse jeito?” martelar tanto tempo na cabeça porque a resposta é óbvia. Se a pessoa te ama, ela te faz feliz. Se você vive infeliz, já sabe, né?
Liberte-se! :D
.Paixonite Aguda
Sabem aquelas paixões platônicas que tomam conta da sua cabeça 24h/dia? Podem rir à vontade, mas eu estou apaixonada por ele. Ai, ai...deixa eu ser sua verrduuurinha?
Dom 27 Jan 08
.Dinheiro anda junto com a felicidade
Basta você conseguir comprar todas as roupas que você quer.
A viagem que sempre sonhou perto de acontecer.
Você rodando pelas ruas com seu carro novo.
Conseguir assistir todos os shows da sua banda favorita.
Comprar os remédios que você e sua família precisam.
Já consigo ver sorrisos pintando por aí...
Então, obviamente, a resposta para a tradicional pergunta "Dinheiro traz felicidade?" é: sim!
Mas, vá tentar comprar alguém com o dinheiro.
Pagar o jantar daquele bofe só porque acha mais fácil agarrá-lo.
Molhar a mão de alguém pra subir de cargo na empresa.
Entre essas e tantas outras formas sujas de conseguir "falsa felicidade", eu fico com a idéia de que o dinheiro não compra a felicidade, aquela que a gente está acostumada a ver, com sorrisos brilhantes e sem peso na consciência.
Use seu dinheiro da melhor forma, transformando-o em sensações reais, eternas ou passageiras, mas sempre engrandecedoras e completas. Desse modo, a felicidade, com certeza, andará junto dele.
Pauta para Capricho.
Qua 23 Jan 08
.O confuso sentimento arrependimento
Sempre digo que só me arrependo do que não fiz. Na maioria das vezes, prefiro arriscar do que não petiscar. A sensação de "Ai, será que teria acontecido uma coisa boa se eu tivesse feito aquilo?" me incomoda tanto que eu decido me jogar, sem me arrepender, na próxima oportunidade.
Mas, e quando o resultado é negativo? Vixe, é um chorôrô só. Quando aquele cara que corri atrás não quer nada comigo, ou quando esnobei pensando que o jogo estava ganho ou até quando falei algo ruim para quem eu gostava...
Eu fico triste e penso "Cara, me ferrei!". Mas, aí eu volto para o que me move: a intensidade. Esse meu jeito de ser faz com que eu faça coisas sem medo do arrependimento, mas são essas mesmas coisas que me moldaram até hoje. E eu gosto de ser quem eu sou!
Então, quando algo dá errado eu não me arrependo do que fiz e sim, do modo que fiz. Eu poderia ter esperado mais, ou dito algo de uma forma diferente.
Acho que posso dizer que eu gosto de me arrepender às vezes, mesmo que eu me sinta estranha.
Porque o arrependimento não serve apenas pra gente ficar se lamentando, ele também serve pra não cometermos o mesmo erro de novo. É uma prova doída de que vc aprendeu e se tornou uma pessoa melhor.
Pauta para o blog Tudo de Blog :).
[edit] Completamente chocada com a morte do Heath Ledger!! Descobri no blog dela.[/edit]
Qui 10 Jan 08
.Onde encontro um desses?
Eu não tô procurando namorado e fugindo de paixões, mas comecei a escrever esse texto com tanta verdade que resolvi postar aqui. Desculpem o tamanho gigantesco!
O homem ideal precisa ser completo ao meu jeito. Precisa se amar, primeiramente, para depois poder me amar inteiramente.
Ele deve ter um bom coração e uma cabeça aberta a tudo. Não ter preconceitos está no topo da lista. Com essas qualidades, fica mais fácil de compreender os meus defeitos e aprender com o meu jeito.
Ele não deve me idolatrar acima de todas as coisas. Eu já ficaria feliz se ele me respeitasse e me desse espaço quando eu precisasse.
Ele deve ser divertido, simpático, bem-humorado, engraçado, eclético, inteligente e antenado. Essas qualidades conferem a não-monotonia do relacionamento.
Ele deve ser mais alto que eu uns 20cm, bonito, charmoso, sensual, cheiroso, forte, se vestir e beijar bem, ter um olhar meigo e, ao mesmo tempo, fulminante e um sorriso que desarme qualquer mau humor. Essas qualidades fariam arrebatar meu coração a cada dia que eu acordasse ao seu lado.
Para umas características extras, eu escolheria tais coisas: saber dirigir, falar outra língua, sacar tudo de internet, coisas eletrônicas e gostar de viajar.
Seus gestos deveriam ser espontâneos, mas eu também ficaria feliz se eu percebesse que alguma coisa foi arquitetada só para me agradar. Isso mostraria que ele tem vontade de ficar comigo para sempre.
Aliás, a vontade me lembra outras coisas, como força, energia, positivismo e garra. Tudo isso para se dar bem na vida, ficar de bem consigo mesmo e dar o melhor de si pra mim.
Ele tem que amar a diversão como eu amo. Se for possível, sair todos os finais de semana (com ou sem dinheiro no bolso), dançar até de manhã e voltar pra casa rindo e de mãos dadas comigo (mesmo com o cabelo fedendo a cigarro e os tênis sujos.).
No pagode, ele cantando poderia ser perfeito, mas se não fosse, bastaria seu jeito de cantar me fazer rir. No funk, ele deixaria toda a vergonha de lado e iria até o chão comigo! Na micareta, a gente ficaria rouco de tanto cantar junto. No forró, ele me levaria nos braços até um lugar chamado céu.
Durante a semana, umas idas ao cinema, ao zoológico, feira, casa da tia, sítio, parque. Qualquer lugar seria lugar, até porque o homem ideal não se importa com o destino, ele se importa muito mais com a companhia. A minha e a dos amigos.
Com os seus amigos, ele iria bater papo, tomar uma cervejinha, jogar bola e surfar. Se eu sentiria ciúmes? Claro que não! Este homem diria que me ama mais vezes que eu pensaria ouvir. Ele não só diria, como também escreveria no espelho, na geladeira, no celular...
Quando eu pegasse a mão dele, seria como sentir uma enorme segurança, como se toda a sinceridade do mundo pulasse de seus poros. Eu não duvidaria dele nunca porque ele seria o ser mais correto, honesto, equilibrado, justo, fiel e verdadeiro parceiro que eu pude encontrar.
Em vez de me cobrar alguma coisa, ele me daria apenas um comprimido e um beijo na testa quando eu estivesse com dor-de-cabeça. Ele deve ser homem quando exigirem isso, mas conservar um jeito moleque para os momentos mais leves.
Ele nunca me faria chorar de tristeza ou angústia, apenas de felicidade. Ele lembraria datas importantes e, se eu mesma esquecesse, gozaria da minha cara e me chamaria de maluca. Quando eu estivesse de TPM, ele também me chamaria de maluca, mas com uma barra de chocolate na mão, só pra mim.
Os dias chuvosos não seriam mais os mesmos, já que ele estaria sempre disposto a jogar sinuca, buraco, videogame, imagem&ação...ou até inventaria seu próprio jogo!
Ele deixaria transparecer em seus olhos toda a alegria que sente em ser meu companheiro. Quer entrega maior que essa? Seria a maior prova de amor que eu veria na vida.
Ter 01 Jan 08
.Deixar ver ou não ver? Eis a questão!
"O estúdio Us2 LLC, de Nebraska, nos Estados Unidos, resolveu ousar e lançou a primeira animação infantil estrelada por um casal homossexual.
O desenho "Buddy G – my two moms and me" mostra o cotidiano de uma família formada por um menino de cinco anos, Buddy G, sua mãe biológica e a namorada dela.
Vocês podem ver a abertura do desenho no you tube ( http://www.youtube.com/watch?v=uy3Fb51GfdE ) ou visitar o site de Buddy ( http://www.buddyg.tv/home.php )."
Do que você tem medo?
Que seu filho seja influenciado ou que se torne um adulto preconceituoso?
Dizem que só devemos introduzir assuntos polêmicos nas vidas das crianças quando estas fazem perguntas difíceis como "De onde vêm os bêbes?".
Mas, você já ouviu alguma criança perguntando "Mãe, por que aqueles dois homens estão se beijando?".
Provavelmente, não. E, principalmente, porque as crianças nem vêem isso, crescem e aprendem o que é homossexualismo, na maioria das vezes, nas revistas, na rua, nos papos e sei lá mais onde.
E dependendo de como foi formada a sua opinião, ela se torna preconceituosa ou não.
Acho que o desenho mostra o assunto de uma forma didática e corajosa e ajuda na quebra de conceitos ruins.
As crianças devem aprender que não há problema em amar alguém do mesmo sexo e o que a gente ama de verdade é a alma e não, o corpo.
Até porque, como diz o ditado: É de pequenino que se torce o pepino!
Pauta para o blog Tudo de Blog :).
.2008
E como foi a virada de vocês?
A minha foi linda, eu pirei com os fogos!
Pena que não tirei fotos porque ao mesmo tempo que a minha cidade é liiinda, gente mal-intencionada na praia é o que não falta.
Aí, preferi deixar minha câmera em casa...








Não sou José Wilker, mas também comento filme. Esses foram os últimos que eu vi. Para saber o nome do filme, basta passar o mouse sobre a foto. Ah, e pode ficar tranqüilo, pois eu não conto o final não!













